Povo que lavas no rio,que talhas com o teu machado, as tábuas do meu caixão.
Pode haver quem te defenda, quem compre o teu chão sagrado,mas a tua vida não.
Em tempos mais recuados, quando o Mondego a sul da sua Foz, se acercava com as suas águas e se infiltrava mais a poente junto da alde...
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