Para trás ficaram as dunas e o mar...
Pelo caminho,das minhas caminhadas,o pinhal silencioso...quebrado somente pelo vento e alguns pássaros.
Um perfume a resina e camarinhas...
Neste maravilhoso recanto da minha terra,já consigo avistar o rio.
O bote enterrado na lama, entregue ao seu destino inevitável.
Mais ao longe,montes verdejantes de outras terras...onde nunca estive,mas que chamam por mim.
Aqui as águas do mondego transpiram o sal,que me viu nascer.
As salinas,ainda lá estão, com os seus atalhos,tantas vezes pisados descalço,por gentes deste lugar.
Gentes desta terra,transportando sal de muitas vidas, sob o sol ardente de outros verões...
Meu recôndito oculto,jamais esquecido.
(em"Recôndito...")
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