
Olhei-te uma última vez ao entardecer.
Disfarcei no olhar a minha triteza de ver essa
derradeira imagem...
A minha reprodução mental, de algo que jamais estará presente.
Que viveu comigo desde que nasci...
As águas do rio ignoraram o meu sofrimento...e seguiram o seu percurso para o mar que ainda é meu!
Deixei-me ir na corrente do rio...ao teu encontro!
Queria sentir que ainda estavas lá...no mesmo lugar.
Os botes,esses assistiam impávidos...
Um som repentino e forte,fez-me despertar...levando os meus pensamentos extravagantes.
Tudo tinha terminado...
Extinguiu-se esse sonho louco e belo da minha vida.
Restam-me os botes e o meu rio...
E as saudades da minha ponte...
(em "Saudades de ti")
Sinceramente,acho que já foi um tema bastante falado.
ResponderEliminarJá chega,mas gostei da poesia.
Não sou figueirense,mas achava a ponte muito gira.
ResponderEliminarA poesia também.
Marta Santos Coimbra.
Todos sentimos saudades por isto ou aquilo,mas não devemos dramatizar tanto.
ResponderEliminarJá não há nada a fazer.
A ponte agora è outra,e também está muito bonita.
Aconselhava a ver a cova de oiro,tem lá um bom trabalho relativo á nova ponte.
ResponderEliminarQuanto á ponte antiga,já é passado.
Daqui a uns anos vamos sentir mais saudades,mas a vida continua.
Vamos pensar só no progresso da nossa terra,aprender a gostar da nova ponte,sem esquecer a velhinha.
ResponderEliminarJ.P.