A razão pela qual José Sócrates, não tendo maioria no parlamento, resolveu não consultar o PSD para negociar mais medidas de austeridade, já todos percebemos: fazer-lhe mais um xeque-mate. Se o Passos diz que sim, fica colado a este desastre e não terá como chumbar o próximo orçamento. Se Passos diz que não, provoca a crise política no exacto momento em que a União irá garantir um apoio a Portugal e com toda a Europa contra ele. Como se vê, as prioridades de José Sócrates continuam a ser as de sempre: sobreviver no poder. Depois de não consultar a oposição, faz chantagem com a oposição. O interesse do País? Um pormenor.
(Daniel Oliveira (Jornal Expresso)
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