O banco da praia. Pensamentos no entardecer, com vista para o mar... Num dia qualquer de inverno, na margem sul da minha cidade. Pedaço de terra da minha aldeia.
Morreu na noite de quinta-feira Art Sullivan, cantor belga, com 69 anos de idade. Nascido em Bruxelas em 22 de novembro de 1950. Autor de êxitos como, "Viens Près de Moi","Jenny Lady", Petite Demoiselle, entre muitos outros. Dominou as tabelas de vendas em Portugal e a emissões de rádio, logo no pós 25 de abril de 1974, onde com as suas canções românticas, tocou o coração de muitos portugueses, no tempo ávidos de liberdade e amor...
Esta forte ligação a Portugal era partilhada pelo músico que na sua biografia disse que "quando morrer, quero que as minhas cinzas sejam deitadas ao mar em Cascais". "Adoro Portugal"
Capelinha das Alminhas,a servir os crentes deste povo da Cova Gala na sua fé religiosa cristã desde 1917. Um marco histórico de grande importância desta terra, que se deve sempre preservar...
Foi assim,que tudo começou... Chegaram aqui, com uma embarcação deste tipo, pescadores vindos das terras de Ílhavo, navegando para sul junto à costa marítima, procurando melhores pescas,mais abundância para as suas famílias... Estávamos provavelmente nos princípios do século XVIII.
A magnanimidade das pescas,fazia com que voltassem mais vezes, e com maior número de barcos,acabaram mais tarde, passados alguns anos, por trazer as mulheres,filhos e irmãos, fixando-se entre os montes de areia acumulada pelo vento à beira-mar.
Construíram as suas primeiras casas rudimentares de madeira, que cortaram no pinhal que havia por detrás das dunas e assentaram-nas em estacas, elevando-as do solo de 1,5 metro a 2 metros,evitando assim que as areias das dunas,que o vento do litoral empurrava, não as enterrassem.
Nascia então, uma nova povoação de pescadores guerreiros, a cerca de 2 km da margem sul do mondego. A Cova, a quem muitos, galhofando, chamavam de cidade? a "Cidade da Estaca".
Antepassados nossos, pioneiros que por aqui passaram, aqui ficaram e deixaram o sangue das suas vidas, à procura do melhor para os seus, demonstrando coragem, força, firmeza de ânimo ante os perigos que combateram e fundaram esta terra que é nossa. A Cova Gala.
Uma data e um
lugar, têm o valor que têm, poderão ter uma insignificância total para
alguns, mas quiça para outros, é um avivar de memórias, recordações,
sejam elas boas ou menos interessantes.
No entanto a conjugação
de uma data, de um lugar e de um tempo recuado, que nos possa levar à
nossa adolescência, ou juventude, será sempre um arrebatamento do
espírito, se tivermos a faculdade de filtrarmos e degustarmos, e revivermos alguns valores paisagísticos e morais. Tudo aquilo que de positivo havia nesse tempo, e que hoje infelizmente, quase em via de extinção...
Périplo da Arte na Cova-Gala constitui-se num evento artístico dinâmico e de circulação trans-espacial para a divulgação da Arte Contemporânea pela Freguesia de S. Pedro, Figueira-da-Foz.
Desafiamos as pessoas a admirar e adquirir obras de Pintura, Escultura e Fotografia em locais como a sede da Junta de Freguesia,
equipamentos sociais ou empresariais, restaurantes, bares, pastelarias e comércios vários, com o objectivo de alcançar um público heterogéneo e diferenciado, numa desconstrução do espaço expositivo clássico.
Este projecto surge da parceria entre a Vieira Duque Galeria de Arte e Cultura, a Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro, a Junta de Freguesia de S. Pedro e os vários anfitriões que se associaram e permitem nos seus espaços receberem e mostrarem o trabalho artístico de cerca de duas dezenas de excelentes artistas, presentes na Galeria e/ou na Colecção de Arte do Museu da Fundação.
As obras expostas estarão à venda para qualquer interessado em adquirir Arte de Excelência, de uma riquíssima panóplia de linguagens, pelas diferentes correntes, estéticas, técnicas e suporte.
Infelizmente um filme sempre de actualidade, por razões sobejamente conhecidas. Uma vergonha a todos os níveis, pela incompetência e incapacidade dos nossos governantes em solucionar, ou atenuar o grave problema da erosão costeira a sul da Figueira da Foz. Triste, o que já vem acontecendo à decénios, e que está a asssolar por completo, as praias já sem dunas da Cova Gala. O perigo está iminente para todos, agravavando-se de ano para ano...
Recomeçar, é como voltar àquele lugar esquecido, abandonado por nós. É ter coragem e sentir, que vale a pena tentar outra vez... Perceber que o tempo não joga, não se compadece com adiamentos... O vento esse, expele a sua loucura furiosa por um tempo, e adormece outra vez, como aquele, que tantas vezes nós somos. O tempo não! Aparece um momento, na tua vida, e passa por ela... Não se atrasa, corre sempre. Não pára, não recomeça, não se despede de ninguém. Ficaremos para trás, num sítio já pisado de lembranças, o nosso tempo já quase passou... A vida pertence ao tempo, desmedido sem fim... Nós somos, somente um pouco desse tempo, pouco tempo, para nos podermos amar e lutar pela nossa vida, que ainda agora e já há tanto tempo começou.
As povoacões da Cova Gala, foram provavelmente aquelas que mais contribuíram nos séculos XIX e XX, para a pesca à linha do bacalhau na Terra Nova, com este tipo de Homens Valentes, e de uma coragem ímpar...
Entre adolescentes com idades compreendidas entre os 14 e 16 anos e homens, estima-se que cerca de 90% foram à pesca do bacalhau, desde quase nos seus primórdios em Portugal, no século XIX, até à primeira metade do século XX.
Foram os Armadores com frota de Veleiros de três e de quatro mastros, ou Lugres, que incrementaram no início do século XX, a pesca nos mares da Terra Nova no Canadá e da Gronelândia, com tripulações e pescadores da região de Ílhavo, Aveiro e Figueira da Foz que em condições muito severas, de abril a setembro pescavam à linha o Bacalhau, em pequenos barcos, os Dóris, que equipavam os Veleiros; este tipo de pesca terminou em 1971, ano da ultima partida de um Lugre para os mares do Norte.
A frota de lugres bacalhoeiros começou a ser conhecida em todo o mundo durante a 2ª Guerra Mundial, como a “White Fleet”(frota branca), porque todos eles tinham os cascos pintados de branco, com velas também brancas.
Uma necessidade surgida durante a Segunda Grande Guerra em que Portugal não participou por se ter declarado pais neutro no conflito.
Durante a 2ª Grande Guerra os lugres Delães e Maria da Glória foram afundados em 1942 por submarinos alemães.
Depois destes naufrágios, tomou-se a decisão de pintar os navios de branco com o nome e a nacionalidade bem pintados no costado e a bandeira portuguesa nas amuras e nas alhetas. Foi assim que, a partir de 1943, a nossa frota bacalhoeira ficou mundialmente conhecida por "White Fleet".
Esta decisão foi tomada de acordo com os Aliados e comunicada a todas as partes em conflito. A frota de pesca portuguesa passou a navegar em grandes comboios de lugres brancos, com velas brancas e sem contactos rádio durante a travessia, proibidos pelos nazis Alemães.
Os bacalhoeiros distinguiam-se bem de qualquer outro navio em alto mar… Só os nossos barcos tinham esse aspecto e eram belíssimos.
Os mais bonitos de todas as frotas de pesca em qualquer parte do mundo...
Este filme, é uma demonstração de veneração e respeito a todos os pescadores em geral, e em especial, aos da Cova Gala, na dura vida da Pesca à linha do bacalhau em dóris, nos séculos XIX até metade do século XX,
Muitos destes pescadores, ainda adolescentes, com idades de 14,15 e 16 anos...
Desde 2012, as várias edições do Seminário ‘Desafios do Mar Português’ têm vindo a afirmar-se no panorama da cultura marítima como eventos de referência a nível nacional, trazendo para a linha da frente as problemáticas em torno da relação de Portugal com o Mar.
A 8.ª edição terá como tema “Portugal e o Mar: um novo regresso” e está agendada para o dia 19 de outubro, por ocasião do 18º Aniversário da Ampliação e Remodelação do Museu Marítimo de Ílhavo. Serão parceiros deste evento o CHAM - Centro de Humanidades, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM), da Universidade de Aveiro, e a Fundação Calouste Gulbenkian.
Tendo por base este tema, pretende-se abordar o posicionamento nacional perante os oceanos numa visão que percorre o nosso legado histórico e cultural, assim como perspectivar o futuro no que respeita à sustentabilidade ambiental e à economia azul e, acima de tudo, sensibilizar o público para uma visão ampla sobre “Um Novo Regresso”.
Também, e à semelhança dos anos anteriores, o evento será acreditado como uma formação de pequena duração (6 horas) para educadores de infância e professores de todos os níveis / graus de ensino, mediante posterior inscrição no site do Centro de Formação da Área.
INSCRIÇÕES GRATUITAS | ciemar.mmi@cm-ilhavo.pt com os seguintes dados: nome, profissão, instituição e contactos.
O Museu Marítimo de Ílhavo promove a 3.ª edição da Festa dos Bacalhoeiros, um encontro entre gerações de homens de todo o país que andaram ao bacalhau nos mares gelados do Atlântico Norte. Entre recordações e relatos de vivências, o programa inclui visitas ao Museu Marítimo de Ílhavo e ao Navio-Museu Santo André, performances teatral e musical e um almoço convívio.
28 de setembro, sábado
10:00 Visitas ao Museu Marítimo de Ílhavo Ponto de encontro Fotografia da Campanha de 2019 11:30 Performance teatral Merenda Cais Bacalhoeiro
13:00 Almoço convívio (Chora e Feijoada de Samos) Jardim Oudinot, Gafanha da Nazaré 15:00 Visitas ao Navio Santo André Performance Musical
Inscrições de 2 a 25 de setembro: Telf. 234 329 990 – visitas.mmi@cm-ilhavo.pt
Encerramos a loja por uns meses, para férias do pessoal... Até lá, os desejos a todos, de uns bons dias de ócio, no lugar que vós desejeis. O meu inequivocamente, será quase sempre, entre, e junto ao rio e o mar...
De vez em
quando ouviam-se novamente os foguetes. Os enfeites da capela já estavam
terminados, cá fora os arcos alinhados uns atrás dos outros no extenso
areal branco, que havia em frente da capela.
Ramadas de
diferentes árvores serviam de decoração para os mesmos, além de outros
objectos relacionados com a vida do mar, do povo da Cova Gala. Relíquias, como cabaças, rodas de cortiça, esferas de vidro vestidas de rede, boias de salvação de diferentes cores. A magia da noite, dava uma dimensão superior, quando se acendia a iluminação. A barraca das farturas já estava em funcionamento, assim como a das bebidas e outras menos relevantes de última hora. Nos dias de festa, a procissão no domingo à tarde, era o momento mais aguardado por todos. O imponente e magestoso cortejo, que percorria toda a aldeia do rio, até ao mar... Andores transportados por crianças, homens e mulheres, enfeitados, com barcos em miniatura, e outras divinidades cristãs. Uma tarde de Domingo emocionante, acompanhada com as músicas das filamónicas...
O fogo de artíficio, era também, um dos momentos cruciais para todos, sobretudo para juventude da terra.
Nessa noite apagavam-se todas luzes...para se poder desfrutar do "fogo preso"
As pessoas movimentavam-se pelo pinhal, situado no lado esquerdo perto
da capela, à procura de um sítio,para melhor presenciar o espectáculo.
Os jovens com a sua irreverência, em grupos, atiravam gritos de insaciedade.
Tinham mais liberdade naquela noite especial...
Os altifalantes posicionados em pontos estratégicos, espalhavam música para todos os gostos.
Muitos dançavam, bebiam de alegria, outros limitavam-se a olhar ou censurar, foi sempre assim na cova gala.
Foi sempre uma festa desejada pelo povo desta terra piscatória, marcado
por muitas tragédias e alegrias do regresso da pesca do bacalhau...
Mas hoje era dia de festa, muitos ficavam quase até ao amanhecer...
Recoletas, botes e bateiras, na velha doca, da borda do rio.
A intensidade de um tempo, e maravilhoso lugar.
Tudo o homem destruiu e enterrou para sempre...
Meu ex-líbris da terra onde nasci, Cova Gala.
Pés nus, rodilha sobre o lenço e canastra na cabeça. Xaile que cobria a tristeza de uma vida sofrida. Mães heroínas desta terra e das nossas vidas. Mulheres do povo e do germe que somos. (João Manuel Fidalgo Pimentel)
Quando nos olhamos no espelho estamos sempre de cara-a-cara com um infinito... O nosso ser reflete-nos, e nós reflectimos de volta. Sabemos que nos estamos a ver, por isso às vezes somos diferentes. Diferentes daquilo que realmente somos, quando nos olhamos no espelho. Nunca conseguimos encontrar a nossa “essência,” somos indefiníveis. Somos parte do que os outros vêem, e também do que pensam de nós. Parte do que nós vêmos, parte do que ninguém vê, parte do que já fomos… Temos um infinito dentro de nós, que se está sempre negando e afirmando. A nossa imagem material, queiramos ou não, será sempre preponderante na nossa vida. Saber viver com ela e aceita-la como tal, é entrar nesse infinito. O nosso infinito...
A Páscoa, recorda sobretudo aquele que apregoou o amor e a paz entre os homens do seu tempo, e acabou crucificado numa cruz. Uma Feliz Páscoa para todos os crentes, sejam eles ou não cristãos. Ter fé, acreditar em algo positivo, seja o que for, com ou sem religião, é o melhor estímulo para uma vida melhor, desfrutar dela e de tudo bom que ela nos possa oferecer...
Quem somos?De onde viemos? Porque existimos! Para onde caminhamos? A nossa existência actual, é derivada a uma evolução ocasional? Ou será uma criação inteligente, programada por quem? Qual é o nosso nível de perfeição? O que é que pensamos de nós próprios? Aquilo que nos rodeia, do mais infinito pequeno ao universo sem fim, porque será que existe? Ao reflectirmos por uns momentos, percebemos como somos insignificantes... Dependemos de tudo, e de todos. Tudo pode terminar no momento...em que estávamos simplesmente a pensar. A vida, a nossa própria vida terá um significado...um objectivo préviamente definido,programado, todas as formas de vida são úteis para a realização, de algo que nos ultrapassa e incomoda, por não termos respostas concretas. A sensibilidade humana,o afecto, o amor entre vidas, é a prova de que realmente somos eternos noutra dimensão...a fragilidade da vida termina aí. O amor, ao contrário do materialismo é infinito...o tempo não consegue apagar aquilo que se sente, que se ama, amou, mesmo quando faz parte do passado. A nossa mente é a "arma" mais poderosa do ser humano. Ninguém a consegue agarrar, prender, livre como o vento, mas nem sempre isenta de culpas. Factores exteriores, modificam-na fazem com que seja influenciada, o que poderá ser nefasto para ela. Para o seu corpo terreste aonde ela habita e provavelmente, para outros que também serão afectados. O corpo é uma especie de veículo, que a mente utiliza temporáriamente., enquanto lhe convém, ou é possivel manter em vida. Terminado o longo ou curto caminho que juntos fizeram, a mente irá apoderar-se de um outro corpo, quase sempre recém-nascidos. Existem casos, em que a separação é dolorosa, tal era a afinidade que havia entre ambos. Uma questão pertinente é a seguinte: Os corpos derivados de um corpo, ou seja o nascimento de uma nova vida, qual é a relação entre eles? A relação forte que existe entre uma mãe e um filho, com mentes diferentes. A explicação é simples, é tudo uma questão de influências da mente da mãe, que utiliza o seu corpo na plenitude das suas forças e experiência, para modelar o corpo do filho ainda frágil e a mente que nele habita, um pouco á sua imagem e valores, e o amor que lhe dedica fazem o resto... Este processo repete-se infinitamente...com o grande objectivo de obter a pureza da mente, e pô-la numa outra dimensão... Mas o que é a mente? A mente é uma estrutura eléctrica se assim podemos chamar, altamente complexa, composta de informações para auto-aplicação, que capacita o corpo na autonomia para dirigir a sua própria existência no tempo e resolver a si mesmo no espaço...para nós ela é invisível. Mas recuando,um pouco na nossa reflexão sobre a vida terreste do corpo. É verdade que ela é relativamente curta. Se compararmos a longevidade do ser humano da actualidade,com aquele de à trezentos,quatrocentos anos, ela aumentou consideravelmente. Porque termina a vida...como nós a conhecemos? Todos morremos um dia...é a expressão mais vulgarmente utilizada. Será que é mesmo assim, o que significa morrer para nós? Uma forma simples e talvez lógica de explicar, aceitando a fatalidade das coisas, é dizer:Tudo acabou, tudo tem um fim...mas porquê as coisas teriam um fim...não é justo. O Universo de que fazemos parte e vivemos não tem fim, é infinito... Nós provavelmente,também somos eternos, pelo menos a nossa vida imaterial...só o nosso corpo é que morre...
Perguntaram-me no outro dia, pelo poço da minha infância e das minhas origens... Perplexidade minha do momento, que me fez hesitar em replicar. Perguntaram-me por essa cova funda aberta na areia, para que eles conseguissem, e nós conseguíssemos sobreviver... Esses poços antigos, com tantas estórias para contar, património cultural da nossa terra, quase já não existem. É só um poço, são dois, talvez três, com um século de existência, talvez dois ou três. Foram, são os poços das nossas origens, que mataram a sede àqueles que primeiro aqui arribaram, e depois aos filhos, netos que por aqui ficaram. Poços nas areias da Cova Gala, que presenciaram quase toda a nossa história...
"O ser humano não percebe, de que não se precisa de tempo na vida, porque a vida realmente acontece no momento presente. É equivocada a nossa noção, reforçada pelas religiões e pelos teóricos evolucionistas, de que precisamos de tempo para evoluir e completarmo-nos, para mudar do"que é" para "o que deveria ser". O tempo é certamente necessário no campo da aprendizagem ,para atingir metas e para ganhar a vida e tornarmo-nos especialistas em alguma profissão. Mas no nosso mundo mental, na maior parte das vezes seguimos o velho padrão tradicional, tornamo-nos frustrados e miseráveis quando a esperança da plenitude não é alcançada. Ficamos acostumados ao condicionamento de que precisamos de tempo para evoluir para algo diferente do que já somos. No entanto, uma pessoa que se baseie no tempo horizontal como um meio de alcançar a felicidade ou de realizar a "Verdade" está-se enganando a si mesma. Não há entendimentos no tempo: é agora ou nunca. O que há, é agora...cada momento é único,esse sim,não se repetirá jamais...
Erosão Costeira - É tempo de Agir com Responsabilidade e Inteligência na Praia da Cova. Para evitar, uma tragédia iminente e de consequências irreversíveis... A distância e o tempo começam a escassear.
Gala - Cores cinzentas do passado, e alguma saudade...
O antigo Largo das Alminhas, no final dos anos sessenta, ainda com os restos de um edifício em ruínas. Ao fundo a estrada nacional coberta com os seus típicos paralelos de pedra granito. E depois, depois, o rio, e a borda do rio, que não conseguimos avistar, mas que facilmente poderiamos imaginar... A alma, o ex-líbris.de toda a nossa aldeia.
As povoacões da Cova Gala, foram provavelmente aquelas que mais contribuíram nos séculos XIX e XX, na pesca à linha do bacalhau, com este tipo de Homens Valentes, e de uma coragem ímpar...
Este filme, é uma demonstração de veneração e respeito a todos os pescadores em geral, e em especial, aos da Cova Gala, na dura vida da Pesca à linha do bacalhau em dóris, nos séculos XIX até metade do século XX. Muitos destes pescadores, ainda adolescentes, com idades de 14,15 e 16 anos...
As povoacões da Cova Gala, foram provavelmente aquelas que mais contribuíram nos séculos XIX e XX, com este tipo de Homens Valentes, e de uma coragem ímpar...
A frota de lugres bacalhoeiros era conhecida em todo o mundo como a “White Fleet” porque todos eles tinham os cascos pintados de branco, com velas também brancas. Uma necessidade surgida durante a Segunda Grande Guerra em que Portugal não participou por se ter declarado pais neutro no conflito.
Contrastes de um dia amortecido pelo outono, e o fulgor do verão dos meses de julho e agosto. Em frente de mim, o barulho, a atrapalhação das ondas do mar, do vento e da chuva que teima em ficar... Dezembro de tantos anos, que envelheceram alguma existência deste lugar... Persisto em continuar olhando a sul, a velha nova "cidade da estaca" que dantes me punha a imaginar... Passeio nas ruas e caminhos da agora "vila". Anteontem,ainda corria pela aldeia que me fazia sonhar. Amanhã passarei junto ao rio uma última vez, para novamente a poder recordar... (João Catavento)
Furacão Leslie causa muitos estragos na nossa terra. Algo nunca antes visto por aqui e arredores.
No Concelho da Figueira da Foz as rajadas chegaram a atingir 176 km por hora.
A passagem do furacão Leslie pela zona da Figueira da Foz provocou também grandes estragos na cidade, nomeadamente a queda de árvores e estruturas, além da invasão das avenidas junto ao mar por areia.
Debaixo da nova ponte dos arcos, com vista privilegiada, para a ilha da morraceira.
Uma escapada atrevida de uma hora, para recordar meio século de emoções perdidas... De uma outra e outrora bela ponte, que já foi "residente" no mesmo espaço, e que fez parte da história da antiga aldeia.
Sentado, junto às águas do rio, que deslizavam suavemente, e refectiam a
minha imagem em silêncio no leito do rio, experimentei sensações
antigas "tatuadas" em mim. Continuo fascinado pela magnificência do lugar que sempre conheci, e pelo qual desde menino, me enamorei.
Perplexo, pensava para mim, que somos como a ponte que fica,vai
ficando, no rio que passa, e uma vida de muitos caminhos percorridos e a
percorrer... A lutar, sem nunca desistir e tentar sempre vencer. Fiquei a pensar na minha vida...
Nesta vida, uma dádiva, um presente, que todos devem "degustar' e preservar, felizes, oxalá por muitos anos...
Praia da Cova Gala - Praia na baixa-mar
A perder de vista, no que os olhos alcançam, e contagiam o pensamento, O tacto dos pés molhados na areia de água fria, que te deslumbram, ao passar pelo lugar, onde queres estar... "A maré escarnou", como diziam antigamente os pescadores da aldeia.
Vêm aí as Festas de São João! A cidade está em festa,a alegria está de volta! O povo sai à rua e respira o verão que já começou. As velhas da Praça Velha,comentam e falam de outros tempos... Os jovens passam animados e apressados para o picadeiro. Jubilação contagiante que se espalha por todo o lado... O mondego em águas calmas, olha os últimos raios de sol que se escondem do anoitecer. Há festa na Figueira,há festa de São João! O povo,não esquece sai à rua e dá vivas à sua alegria...
A Seleção Nacional irá iniciar, esta sexta-feira, às 19 horas, a campanha no Mundial e na estreia irá enfrentar a Espanha.
O selecionador Fernando Santos deverá apostar na seguinte equipa: Rui Patrício; Cédric, Pepe, José Fonte e Raphael Guerreiro; Bernardo Silva, William Carvalho, João Moutinho e João Mário; Gonçalo Guedes e Cristiano Ronaldo. Juntos Venceremos! Actualização: Portugal 3 Espanha 3
Programa das Festas em honra de São Pedro 2018 - Padroeiro da Cova Gala. A Festa de São Pedro, em Honra do Padroeiro da Freguesia, é aquela que mais importância tem na vida da maioria dos Cova Galenses e um lugar de destaque no panorama festivo da Cidade da Figueira da Foz.
A sua grandiosidade expressa no seu arraial, com os excelentes espectáculos musicais e outras actividades culturais são vectores de uma animação constante e responsáveis por grandes manifestações de alegria e convívio.
A sua natureza social faz estabelecer novas relações com aqueles que nesta altura do ano nos visitam, fortalecendo e partilhando ideias com familiares ou convidados, que nestes dias acolhemos na intimidade do nosso lar. Serve também como ponto de encontro dos amigos que já não víamos à imenso tempo e é responsável pelo regresso à sua terra natal de muitos dos nossos emigrantes.
A festa de São Pedro transmite-nos uma energia positiva, é promotora das nossas tradições e costumes, desenvolvendo os valores da simplicidade da amizade e da hospitalidade, características do povo da Cova Gala.
Fazendo jus à sua tradição secular, o ponto alto da festa continua a ser a famosa procissão de São Pedro, na tarde de Domingo, numa verdadeira exteriorização de fé dos pescadores, marcada pelo simbolismo do desfile das miniaturas de embarcações, que traduz as origens culturais deste povo, que desde de sempre esteve ligado ao mar. O seu percurso de cerca de três quilómetros por ruas engalanadas e apinhadas de gente, tem uma paragem no Largo da praia da Cova para bênção do mar e realização do célebre Sermão ao seu Padroeiro.
A procissão encerra com a cerimónia da entrega da Bandeira, forma peculiar de assumir publicamente a responsabilidade de organizar a festa no ano seguinte, é sempre um espectáculo pleno de emoção e autenticidade. Texto: Junta de Freguesia de São Pedrro Cova Gala
A Mensagem de Fátima... Acreditar ou não, qual é a mensagem de Fátima? Ela é igual a muitas outras, por esse mundo fora, ao longo de muitos anos... Será que todos nós compreendemos o seu verdadeiro significado.
Fátima existe em nome do amor... Fátima,é Mãe de todos nós sem exepeção, uma revelação de que todos somos irmãos. Todos diferentes, todos iguais perante ela. Transmitida a três crianças, para que jamais nos possamos esquecer...
Quase todos nós, temos ou tivemos uma Fátima em casa... Às vezes está ou esteve tão próxima, vive ou viveu mesmo conosco. A nós de a sabermos sempre encontrar...
Ainda me lembro, o velho rádio que estava constantemente ligado. Na cozinha logo de manhã o meu pai colava-se a ele e dizia:
-Vamos lá ver se isto não dá para o torto, é preciso ter cuidado com
esses filhos da mãe da pide, que estão em todo o lado, nem no vizinho
nos podemos confiar. Ouviam-se marchas militares dos MFA, interrompidas de vez em quando para actualização das noticias. Recomendava-se à população que se mantivesse calma e ficasse em casa...até que a situação ficasse mais definida. O "Alcanena" o leiteiro da terra como era conhecido, tinha chegado um pouco mais cedo.
Estava mais excitado do que o costume, reclamava justiça e que matassem
esses ladrões que nos roubaram tudo...a fábrica da resina (entenda-se a
terpex) era um dos seus temas preferidos, foi sempre contra a sua
instalação, por detrás da sua casa,e com razão reclamava e não era o
único. Eram quase oito e meia da manhã tinha que apanhar a "Farreca", que partia da Cova, ali mesmo em frente á loja do Francisco. Junto á porta da taberna na Cova, já se comentava, que o Marcelo Caetano, se tinha rendido icondicionalmente. A "Farreca" partiu com algum atrazo, pois o motorista, também estava na taberna a comemorar o acontecimento...
Finalmente partimos, mais tarde, ao atravessar a ponte dos arcos,
olhava o rio, que vazava e rumava ao mar, parecendo também, respirar
liberdade...
Na Figueira, tive oportunidade de confirmar e presenciar a alegria das pessoas, que se juntavam em vários grupos.
A noticia já estava estampada, na primeira página do jornal "O Primeiro
de Janeiro", que estava exposto entre outros no quiosque na Praça Nova,
vários curiosos tentavam ler as primeiras páginas dos jornais, e
emitiam opiniões nem sempre concordantes. Cheirava a algo diferente
naquele dia, havia grande alvoroço na cidade, as pessoas falavam mais e
com mais alegria, preferentemente acerca de temas antes proibidos.
Segui o meu caminho, passando em frente ao café "O Caçador", em direcção
á escola Industrial e Comercial onde frequentava o quinto ano. Na
parte da frente da escola todos falavam,todos já sabiam um pouco o que
tinha acontecido, a minha turma também participava da euforia que se
vivia, o Gil de Buarcos veio ter comigo e disse-me: - É João não há
aulas de desenho, o Charrua, (que era o professor) disse que não tinha
condições para dar aulas derivado aos acontecimentos. A malta da
turma decidiu ir ter com o Charrua, e falar sobre o que estava
acontecer, todos sabiamos que ele gostava de falar de política, mas
desta vez fechou-se em copas, e disse simplesmente: - A Situação ainda não está esclarecida rapazes, há que aguardar pela evolução das coisas.
Vagueamos todo o dia pela cidade, passando pelo mercado, até chegarmos
ao "curral"(termo que utilizávamos para falar do picadeiro e mais
propriamento do café Nicola, onde nos costumávamos encontrar). Toda a
gente, em qualquer lugar da cidade falavam do mesmo, era a "Revolução
dos Cravos ", o 25 de Abril tinha chegado, depois de uma ditadura tão
longa e nefasta para o País, em quase todos os aspectos. - Viva a Revolução gritáva-se lá fora... - Viva gritávamos nós.
No ano seguinte de escolaridade 74/75,foi introduzido pela primeira vez
uma disciplina no curso que se intitulava, "Introdução à Política".
Respiravam-se outros ares de liberdade...Portugal encetava uma nova era
de esperança...passados 35 anos, os ideais de Abril onde estão? Até
aonde chegaram? Ficou quiça um pouco de esperança, amarrada ao cais de partida e a mesma luta por um ideal, talvez uma quimera... (João Catavento)
O Clube Mocidade Covense, fundado em 9 de Abril de 1939, faz exactamente 79 anos na próxima segunda-feira. Muito se poderiam orgulhar os seus fundadores, se ainda hoje fossem vivos.
Um grande percurso já foi realizado durante todos estes anos, que correram a uma velocidade estonteante.
Um bem haja, a todas as direções que por lá passaram e deram o seu
grande contributo, o seu melhor durante todos estes anos para o
engrandecimento desta colectividade, uma das mais antigas da nossa
terra, todos terão o sentimento do dever cumprido, nem sempre foi fácil
em determinados momentos desta já longa vida... Recordo-me
especialmente nos meses de inverno de 1976/77, nos anos logo a seguir ao
25 de abril, em que o único café que havia na Cova encerrou por algum
tempo. Foi o C.M.C.que com a ajuda de alguns sócios mantinha aberto o
bar do Clube todos os dias, no horário da tarde, evitando que a aldeia
se tornasse num "deserto"...continuando assim a população a ter algum
convívio, desfrutando-se da velha televisão a preto e branco, a velha
suecada do jogo de cartas, o jogo de damas e o dominó.
Poderiamos,também realçar os bailes e matinées que se organizavam
noutros tempos, com os respectivos conjuntos musicais, que tantas
estórias de amor fizeram nascer, assim como os filmes que se
projectavam, alguns de muito boa qualidade. Muito mais se poderia contar, haveria tanto para recordar... Todos nós nos sentimos orgulhosos por isso. No entanto hoje o que conta é o presente, tudo está diferente para melhor e ainda bem, os tempos são outros.
As instalações foram melhoradas em vários aspectos, existem várias
actividades, existe sangue novo que mantém bem viva a chama do Clube
Mocidade Covense, o que é também de louvar e incentivar para continuar e
se possível sempre melhorar. Antecipo-me nos meus parabéns, derivado a ausência forçada, um bem hajam, até um dia... Desejo Um Feliz Aniversário para esta Grande Colectividade da nossa linda Terra, o Clube Mocidade Covense.
Praia da cova...teu mar é imenso,tem muitas estórias para contar.Quando era criança quis alcançar o teu fim...nos meus pensamentos.O teu horizonte era a minha amante longínqua...As dunas a cama aonde um dia me iria deitar contigo...
Que dia é hoje?
Só existem dois dias no ano,em que nada se deve fazer. Um chama-se ontem,e o outro amanhã. Por isso hoje é o dia para amar,crer,fazer e principalmente viver...
Ponte dos Arcos...na Gala
Velha Ponte dos Arcos...Ponte da minha infãncia.Tua vida chegou ao fim...mas a tua imagem ficará sempre em mim.Olhas o rio,como quem olha o espelho da vida.Já viste alguém nascer...quem sabe!Não evitas-te que junto a ti alguém morresse.
Praia da Cova...
O perfume do teu mar...é o presente,foi o passado e será o futuro da minha existência...
No Conselho Nacional da Juventude e a pandemia
-
Presidente
distribui máscaras
Imagem RTP
*Marcelo Rebelo de Sousa entregou máscaras a jovens imprudentes, numa ação
de sensibilização na área da grande Li...
OS RIDÍCULOS E O SUPER RÍDÌCULO
-
*Fechar o Algarve? - Presidente da Autoridade Regional de Saúde considera
"declarações catastrofistas" da Ordem dos Médicos.*
*O Governo não se conforma ...
Ironizemos um cadito.
-
Sempre tive para mim que o grande problema de verão em Buarcos era a
quantidade absurda de gente que decidia montar andaimes no centro histórico
nos mese...
Charge continuada
-
.
Como já referi num ou outro post algures neste blogue, os fascistas não
gostam que lhes chamem fascistas.
O Brasil é um caso *ilustrado* disso mesmo.
...
A paixão e a sombra...,
-
*Dei-lhe tudo o que tinha,*
*fiquei com o muito de um pouco,que só não é mais,*
*porque me esqueci de que também para amar,*
*não se pode apenas sonhar...*...
Ainda não esqueci
-
Foi há muito tempo...
Foi quando se instalaram as Rádios Pirata. Dum instante para o outro passou
a haver um Estúdio Radiofónico em várias localidades e Mo...
Ser covagalense
-
A maioria dos habitantes da Cova e Gala não é covagalense.
Acredito que gostem da Aldeia, que gostem de cá viver, que a considerem
também sua, mas não têm ...
Buy Tips and Get a Big Winner !!!
-
Do you want to know the secrets to a great reputation? Start small and
learn as you grow. This article will provide you with a great mix of
information, so...
O Mar É a Nossa Terra
-
A construção sensível da linha de costa Centro Cultura de Belém. Garagem
Sul | Exposições de Arquitetura
Zé Pedro Alvarez - Gliding Barnacles, Cabedelo.
...
O Nosso Querido
-
Ontem, dia 17 de Julho, o nosso Querido deixou-nos com um grande sorriso de
saudade.
Desde os teus 58 anos que tenho o privilégio de te ter na minha vida...
NOTAS SOLTAS!
-
[image: A imagem pode conter: 1 pessoa, a sorrir, texto]
Acabou-se a oitava edição do RFM SOMNII com uma enchente nunca vista nesta
terra! Nada mais, ...
Documentário "O Resto da Tua Vida" cancelado
-
[image: Documentário "O Resto da Tua Vida" cancelado]
O documentário verídico do humorista Carlos Coutinho Vilhena que
acompanhava a vida de João André, o K...
No dia 20...
-
... O meu Anjo celebrou hoje mais um aniversário. O 5º aniversário... tem
dias que parece que foi ontem que o tsunami se abateu sobre nós, tem dias
que par...
-
Obrigado a todos. Foi uma noite incrível.
Terminou mais um FITUFF, no dia em que a Bruna comemora 25 Anos de vida.
A todos os elementos da BRUNA que fizeram...
ENTRE EM ACÇÃO
-
ENTRE EM ACÇÃO O Rotary Club da Figueira da Foz, tem um projecto
humanitário que logrará alargar horizontes de esperança e qualidade de vida
a duas jovens ...
Foi há 177 anos
-
6 de maio de 1840. Sir Roland Hill inventa o selo.
Foi à 177 anos que o selo começou a circular nas cartas em Inglaterra,
espalhando-se mais tarde, para...
Não discriminação, homoparentalidade
-
Hoje não posso estar mais orgulhosa do meu país. Um dia em que se dá mais
um passo em frente no respeito de todos, no respeito da igualdade e não
discrimin...
Blog volta a estar activo…
-
Após um interregno de alguns anos, desde a ultima publicação, estamos de
volta com novidades da nossa Vila, porque agora com a reestruturação
administrativ...
*The Quest*
-
What quest? In search of what? All the same? For every
breathing-heart-beating-living creature? THE quest! The meaning of
everything! Unique and yet all th...
Sejarah Singkat Toko Online Elevenia
-
Selalu ada yang baru di elevenia, marketplace terdepan di Indonesia, yang
akan merayakan hari jadinya yang pertama di bulan Maret nanti. Bukan hanya
mengha...
Eternidade!
-
Há certas situações na vida que não gosto mesmo de ser português, peço
desculpa aos mais patriotas pelas minhas palavras mas sou um gajo muito
sentimental ...
Coimbra inspira jovem autor André Coutinho
-
*Sessão de lançamento do livro "Noite Negra", que se irá realizar no Café
Santa Cruz, em Coimbra, no dia 7 de Setembro, pelas 17h30.*
Autor do Livro: Andr...
-
Um livro do Padre Manuel da Silva
No próximo dia 15, em Seiça, Paião realizar-se-á o lançamento do livro da
autoria do Padre Manuel da Silva, que é uma edi...
-
Um novo tempo, num novo registo.
Fotos da minha história, fotos da minha máquina.
Passagens e memórias vertidas no teclado, momentos que retive e que me
m...
RIP CU(RL) - 2005-2012
-
Em 2005 não havia Facebook. Sim, pode parecer-vos impossível mas é verdade,
pelo que quem se queria entreter umas horas na Internet tinha duas opções: ...
Filosofia de Vida
-
Um professor, durante a sua aula de filosofia, sem dizer uma palavra, pegou
num frasco de maionese, esvaziou-o e, de seguida, encheu-o com bolas de
golfe....
-
A Lei dos compromissos e os orçamentos municipais (publicado nas edições
de 27.Abril.2012 e de 4.Maio.2012 do semanário “O Figueirense”) É bem
conhecida a...
Está na hora de fazer o verdadeiro combate.
-
Tendo em conta as anormais condições metrológicas que o País atravessou
todo o Inverno, com temperaturas elevadas (para esta altura do ano) e falta
de c...
Infrumações de Úntelidade PÚvlica
-
Cumu estamus à ispera qe cumencem as Oibras nu areal, não temos mais
nutincias por hoije. Fican cá estásx que é o que xe pode inrrajar numa
teera cumu a n...
Trailer de "DOM"
-
Já falta muito pouco para a tão aguardada estreia, é já no próximo dia 23
no CAE!
Deixo-vos com o trailer de "DOM", que incita a curiosidade. :)
25 anos de Saudade
-
Este é um Homem que nunca conheci, o que me traz imensa pena, já que todos
os tavaredenses falam dele com uma ternura inexplicável. Foi ele quem
elevou o...
Povo quadradão!
-
*Triste é que todos sabemos que dependemos da puta da política, a política
depende, neste momento, dos grandes grupos capitalistas internacionais e
nó...
Ainda as presidenciais
-
Estive um pouco arredado da pré-campanha e campanha eleitoral das recentes
Presidenciais, que reelegeram Aníbal Cavaco Silva como Chefe de Estado da
Repúbl...
26.11.2010 - Última Noite na Figueira
-
Desde o dia 27 de Novembro deixei de viver na Figueira da Foz, por isso vou
deixar de actualizar este blog.
Como vim viver para a linha do Estoril, vou com...
Critica II - Alcatrão
-
Depois de escrever o "II" pensei: "estou pouco crítico".
Pois, não tive tempo para criticar
A falta de assadores para as sardinhas nem
A falta de tempo para ...
VERGONHA
-
Depois de uns tempos longe cá do burgo, venho encontrar o meu amigo Luis
Tovim envolvido em lodo muito sujo. Caro amigo eu avisei e agora?
Esta é certament...
Daniel Santos - Mensagem
-
Terminada a campanha e realizadas as eleições, resta-nos reflectir sobre o
grande desafio em que nos vimos envolvidos, identificar lições e aprender
com el...
Como a especulação redesenhou a Figueira da Foz
-
*Um caso emblemático do urbanismo que corrompe Portugal*
Um dos panoramas mais atraentes da Figueira da Foz é a sua longa avenida
marginal à praia: de um l...
Intervalo Autárquico
-
Caros leitores e visitantes,
após seis meses de actividade ininterrupta neste blogue, decidi suspender a
sua actividade por um período de, aproximadamente,...
Férias
-
Pois é pessoal, passei por aqui só para dizer que estamos oficialmente de
FÉRIAS! Sim, ontem realizamos o nosso último exame, História A! E a noite
de onte...
Uma viagem no tempo
-
Banhada pelo Atlântico, com uma capacidade hoteleira super esgotada, a
denominada *Praia da Claridade* conheceu um conjunto de inovações impostas
pelo ante...
OS ESTRAGOS DO MAR
-
N`estas circunstancias surgira uma nova e imperiosa necessidade — a da
defeza contra o mar; e as camaras, instadas então pelos clamores dos
habitantes das...
-
- Olhar da semana:
125 Anos esquecidos mas não apagados
" Uma imagem de talento"
Foi bem há pouco tempo que tivemos conhecimento do aniversário da...