terça-feira, 29 de março de 2016

É bom saber ! - Carta de condução por pontos – Como vai funcionar?

O Governo português aprovou o ano passado a nova carta de condução por pontos. No entanto só a 1 de Junho deste ano é que a mesma entrará em vigor.
A cada condutor serão inicialmente atribuídos 12 pontos que vão sendo perdidos a cada contra-ordenação cometida.
No caso de se tratar de uma contraordenação grave, o condutor perde 2 pontos. Já no caso de uma contra-ordenação muito grave ou um crime rodoviário o condutor perde quatro e seis pontos, respectivamente.
Sabe-se ainda que uma infração grave, com uma taxa de álcool de 0,5 g/litro, é penalizada com três pontos e uma contra-ordenação muito grave (0,8 g/litro a 1,2 g/litro) é penalizada com cinco pontos. O mesmo se passará com a condução sob influência de drogas.
Quando o condutor atingir os quatro pontos, este é obrigado a frequentar aulas de formação rodoviária. Quando alcançar os dois pontos, então terá mesmo de realizar um novo exame de código.A cassação da carta acontece quanto o condutor fica sem os 12 pontos, resultado das contra-ordenações cometidas. Mas nem tudo é mau! Por exemplo, se em três anos o condutor não tiver infracções ganhará três pontos extra, atingindo o máximo de 15 pontos.portal das contra-ordenações.A carta por pontos vai entrar em vigor automaticamente, não sendo necessário substituir qualquer documento e não tendo custos para os condutores, que podem consultar o seu registo no novo 

sábado, 26 de março de 2016

Ondas gravitacionais poderão comprovar desaparecimento de dimensões

Uma nova teoria soluciona alguns problemas da cosmologia e da física de partículas ao propor que o Universo primordial continha menos dimensões espaciais do que as três que nós experimentamos hoje.
Os físicos da Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, propõem um teste para a sua teoria usando o observatório espacial LISA (Laser Interferometer Space Antenna), que está sendo projectado para detectar ondas gravitacionais.
Os teóricos afirmam que as ondas gravitacionais não podem existir em menos do que três dimensões. Assim, acima de uma determinada frequência - que identificaria as ondas mais antigas - o observatório LISA não deverá detectar nenhuma onda.
Embora a teoria seja especulativa, alguns cientistas acreditam que os dados dos raios cósmicos já forneceram indícios das dimensões faltantes sob altas energias. A equipa afirma que o novo teste poderá ser mais conclusivo do que os testes anteriores.
A hipótese das dimensões desaparecidas prevê que, sob energias e temperaturas extremamente altas, as três dimensões do espaço que nos são familiares irão-se reduzir a duas ou mesmo a uma única dimensão.
Assim, no ambiente quente do início do Universo, haveria menos dimensões, conforme o Universo se foi esfriando, surgiram dimensões adicionais, uma a uma.
A teoria também propõe que nosso Universo actual tem quatro dimensões espaciais, mas nós detectamos apenas uma "fatia" de três dimensões desse espaço quadridimensional.
Essa quarta dimensão espacial do tempo, segundo a teoria, teria fornecido uma energia extra, que turbinou a expansão do Universo.
Esse impulso adicional poderia explicar a aceleração da expansão do Universo, que foi descoberta em 1998 e que é geralmente explicada como sendo uma resultante de uma misteriosa "energia escura" que permearia todo o Universo. Ou seja, se a teoria agora proposta estiver correta, a hipótese de energia escura também poderia desaparecer.
A teoria resolve igualmente alguns problemas na física das partículas, afirma Dejan Stojkovic, um dos autores da teoria e que também é coautor de uma outra proposta que envolve desparecimentos- uma teoria que afirma que os buracos negros podem não existir.
Indícios do sumiço das dimensões já foram detectados nos chuveiros de raios cósmicos na atmosfera da Terra. Uma reanálise dos dados, feita em 2005, mostrou que os jactos de partículas produzidos pelos raios cósmicos mais energéticos estão fortemente alinhados com um plano, o que seria coerente como uma redução nas dimensões.
Outros pesquisadores estão a pensar usar o Grande Colisor de Hádrons para examinar o desaparecimento das dimensões. Se as dimensões realmente desaparecem em altas energias, então as partículas produzidas nas colisões estariam confinadas em um plano bidimensional, em vez de estarem em um volume tridimensional.
Mas interpretar os dados do LHC pode não ser tão fácil porque diferentes modelos resultam em previsões diferentes, afirma Stojkovic. Então, ele e Jonas Mureika, da Universidade Loyola Marymount decidiram procurar um teste definitivo.
Eles optaram pelas ondas gravitacionais - ondulações no espaçotempo causadas por eventos cósmicos em larga escala - que não podem existir em menos do que três dimensões.
A ideia é que as ondas gravitacionais primordiais, de mais alta frequência, correspondem às mais altas energias dos momentos iniciais do Universo.
Assim, deve haver uma frequência máxima das ondas observadas - frequências mais altas não deveriam existir porque elas vinham de uma era com menos dimensões.
Stojkovic e Mureika calcularam essa frequência de corte em 10-4 Hz, dadas algumas suposições. Eles afirmam que isso está dentro da faixa detectável pelo LISA, um futuro detector de ondas gravitacionais que está sendo projetado em parceria pela NASA e pela ESA.
Os dois pesquisadores já estão a trabalhar com vários experimentalistas de ondas gravitacionais, de várias universidades norte-americanas, para preparar um teste para a sua proposta usando simulações computadorizadas.
Os testes experimentais deverão esperar mais: o observatório LISA não deverá ir ao espaço antes de 2020.
Só muito recentemente os cientistas descobriram a solução matemática para lidar com outras dimensões, uma complexidade de cálculo equivalente ao mapeamento do genoma humano.
Mas o desaparecimento das dimensões extras, para menos ou para mais, chama a atenção dos cientistas há mais tempo.
Gary Shiu e Bret Underwood, da Universidade de Wisconsin-Madison, acreditam ter descoberto um modo de "ver" as dimensões extras do espaço, o que seria a primeira proposta factível para que os físicos testem experimentalmente a Teoria das Cordas.
Já Steven Carlip, da Universidade da Califórnia, em Davis, acredita que o desaparecimento das dimensões é de fato uma questão de dimensão - para ele, em escalas minúsculas, o espaço 3D com o qual estamos acostumados pode simplesmente deixar de existir, e as dimensões evaporam-se na gravidade.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Johan Cruyff 25-04-1947*****24-03-2016

O holandês Johan Cruyff, glória do Ajax, Barcelona e do futebol mundial, morreu esta quinta-feira aos 68 anos, depois de travar uma dura batalha contra o cancro no pulmão que lhe havia sido diagnosticado em outubro."Johan Cruyff morreu em paz em Barcelona, rodeado pela sua família depois de uma dura batalha contra o cancro. 
Nasceu com uma bola colada aos pés, ao lado do velho estádio do Ajax. Tinha 12 anos quando entrou para as camadas jovens do colosso holandês e aos 16 cruzou-se com Rinus Michels. Esse encontro é a génese de uma das mais belas revoluções do jogo, resumida num nome que leva agregado um conceito: futebol total.Johan Cruyff chegou à primeira equipa do Ajax muito cedo e desde logo assumiu o comando das operações. Era miúdo e já liderava os companheiros, alguns dos quais veteranos de muitas batalhas. Ao mesmo tempo foi o melhor intérprete
das ideias revolucionárias de Michels e Kovacs. 

Senhor do jogo. Quando chegou ao Mundial’74 já era o génio que dava dimensão ao fenómeno em que o Ajax se tornara, também como campeão europeu entre 1971 e 1973. O seus fundamentos foram exportados para Barcelona (1973/74), onde a dupla Michels-Cruijff se reencontrou fundando a estética que ainda hoje prevalece em Camp Nou.


Em 1974, Johan já era o mais extraordinário jogador do Mundo, o maestro perfeito de um jogo inovador, ofensivo e espetacular. Nada lhe faltava: era habilidoso, rápido e preciso com a bola nos pés; tinha carisma, visão e técnica para alimentar o jogo coletivo e ser a referência aglutinadora das equipas que representava; sabia sempre o que fazer e dominava todas as zonas do terreno que pisava (e eram quase todas). Quando entrava em campo, mais do
que líder da equipa, era dono e senhor do jogo. 
Fonte: "Jornal Record"

terça-feira, 15 de março de 2016

Nicolau Breyner * 1940-2016 *



O Senhor Contente deixou-nos! 
Nicolau Breyner, faleceu ontem com 75 anos de idade.
Nome incontornável da cultura em Portugal,
Talentoso actor, realizador e produtor.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Portugal é dos poucos países do mundo que poderia fechar as suas fronteiras e viver bem

Portugal é dos poucos países no mundo que poderia fechar as suas fronteiras e viver bem, possivelmente até melhor do que vivemos agora, pois a natureza dá-lhe uma grande riqueza, que contém tudo o que é necessário para que a sua população pudesse viver feliz e em paz!
A maior parte dos portugueses desconhece que o seu “pobre” país possuí:
A maior Zona Económica Exclusiva da UE, que é tão grande como todo o continente europeu. É muito mar com muito peixe onde outros pescam.
80% de solo arável, mas está quase em completo abandono.
Invejável rede hidrográfica a nível mundial.
Grandes reservas de água doce, em aquíferos subterrâneos, quase inesgotáveis.
As maiores reservas de ferro, da UE, de excelente qualidade.
As maiores reservas de cobre da Europa (segundas do mundo).
As maiores reservas de tungsténio (volfrâmio) da Europa.
As maiores reservas de lítio da Europa.
As maiores reservas de terras raras.
As segundas maiores reservas de urânio da Europa.
Grandes reservas mineiras de ouro, prata e platina.
Grandes reservas de carvão mineral de excelente qualidade.
E as incomensuráveis riquezas que as águas do Atlântico escondem.
Uma das maiores reservas de petróleo da Europa ,que ja vão ser exploradas na costa do Algarve, por companhias alemãs e espanholas. Vão pagar a Portugal apenas 20 cêntimos de dólar por barril,
Reservas de gás natural, que para o consumo de Portugal, dão pelo menos para 100 anos sem precisar de ninguém.
Isto é apenas a ponta do Iceberg que circula pela Internet, somando todos os recursos naturais, Portugal, na sua “dimensão vs potencial”, é possivelmente um dos países mais ricos da UE e é levado à ruína pelos seus governantes, que em vez de explorarem todos esses recursos de forma ordeira e sem interesses pessoais dos executores, ou nada fazem, ou praticamente os oferecem

terça-feira, 1 de março de 2016

Cinema - Como Hollywood olhava para Portugal nos anos 30 do século passado.

Portugal raramente é protagonista nos filmes de Hollywood, mas, nos anos 30, Spencer Tracy ganhou um Oscar de Melhor Ator graças à interpretação de um pescador português. A tradição pesqueira entre as comunidades lusas nos Estados Unidos, a neutralidade portuguesa durante a II Guerra Mundial ou a qualidade dos vinhos nacionais levaram alguns guiões a puxar para o grande ecrã pormenores alusivos a Portugal. John Travolta e Colin Firth já se viram e desejaram para falar português. Richard Gere apaixonou-se pela “Canção do Mar”, na voz de Dulce Pontes. Julia Roberts chegou a sentir-se humilhada por ter origens portuguesas. O Expresso selecionou 40 filmes — nenhum deles rodado em território nacional — onde, com maior ou menor destaque, surgem referências a Portugal.


O Mar...da Cova.

O Mar...da Cova.
Praia da cova...teu mar é imenso,tem muitas estórias para contar.Quando era criança quis alcançar o teu fim...nos meus pensamentos.O teu horizonte era a minha amante longínqua...As dunas a cama aonde um dia me iria deitar contigo...

Que dia é hoje?

Só existem dois dias no ano,em que nada se deve fazer.
Um chama-se ontem,e o outro amanhã.
Por isso hoje é o dia para amar,crer,fazer e principalmente viver...

Ponte dos Arcos...na Gala

Ponte dos Arcos...na Gala
Velha Ponte dos Arcos...Ponte da minha infãncia.Tua vida chegou ao fim...mas a tua imagem ficará sempre em mim.Olhas o rio,como quem olha o espelho da vida.Já viste alguém nascer...quem sabe!Não evitas-te que junto a ti alguém morresse.

Praia da Cova...

Praia da Cova...
O perfume do teu mar...é o presente,foi o passado e será o futuro da minha existência...