Vi uma onda,que depois de bater nas dunas,recuou e refugiou-se novamente no mar.
Aproveitei e com ela,viajei no passado...
Vi um bote e uma bateira no extenso areal da praia da cova.
Um palheiro,e um pescador que regressava a casa.
O sol ardente da tardinha de tempos distantes...
Vidas,do percurso do tempo,que por todos passa...e tudo alcança.
Nós somos a vida,o espaço e o tempo por momentos...no tempo,que não nos pertence.
Aproveitei e com ela,viajei no passado...
Vi um bote e uma bateira no extenso areal da praia da cova.
Um palheiro,e um pescador que regressava a casa.
O sol ardente da tardinha de tempos distantes...
Vidas,do percurso do tempo,que por todos passa...e tudo alcança.
Nós somos a vida,o espaço e o tempo por momentos...no tempo,que não nos pertence.
Oi pessoal,simplesmente maravilhoso,continuem assim.
ResponderEliminarAi camarada,tenho 64 anos o meu avo dizia-me que quando era pequeno vivia com os pais e os dois irmaos numa pequena casa de madeira nos cabeços da praia da cova,e não era a única,havia muitas mais casas ou sejam palheiros,isto segundo os meus calculos seria a volta de 1896 assim era realmente.
ResponderEliminarBrebemente regressarei a minha santa terra.
A mim,só me interessa o meu presente.
ResponderEliminarQue se lixe o passado.
É RIDÍCULO AFIRMAR,QUE O PASSADO NÃO INTERESSA.
ResponderEliminarO NOSSO PASSADO FARÁ SEMPRE PARTE DO NOSSO PRESENTE!!!
Interessante e sempre agradável de imaginar como seria antes.
ResponderEliminarPois é ???
ResponderEliminarPois é o quê?
ResponderEliminarBoa essa de falar de cenas antigas,que já foram á vida,assim o campo do cova-gala,que não tarda muito.
Muito bom mesmo,os meus parabéns,para quem quer que seja o autor.
ResponderEliminarAdorei o poema,olhado para a primeira foto(?)
ResponderEliminarAltamente,só hoje é que descobri.
ResponderEliminarJP
Uma pequena delícia,nem precisava das fotas,para imaginar,as palavras dizem tudo.
ResponderEliminarNo verão costumo frequentar a praia da cova.
Marta Santos- Coimbra.
o passado e parte do nosso presente da nossa maneira de ser e de ver a nossa terra .continua a dar-nos o prazer de ver essas fotos antigas da nossa terra para podermos saber de onde viemos e termos orgulho de sermos da COVAGALA
ResponderEliminarConheci alguém em matosinhos,que me chegou a falar da Cova pois o pai dele já falecido era natural daí teria agora 112 ou 113 anos se ainda fosse vivo.
ResponderEliminarO filho o josé Santos, agora com 87 anos,contou-me já lá vão alguns uns anos, que o pai lhe falava muito na sua terra natal a Cova e dos palheiros nas dunas entre outras coisas.
Saudações do Porto.